2 de dezembro de 2013

COLABORE CONOSCO


As cartelas estão sendo vendidas na secretaria paroquial, com os vendedores autorizados e durante as celebrações da Santa Missa com a equipe do Dízimo, você que deseja ser um vendedor, ou procura mais informações ligue (81) 3731-6969.

MÚSICA MENSAGEM "Roberto Carlos - Ele está pra chegar"

CELEBRANDO O ADVENTO

Toda a liturgia do Advento é apelo para se viver alguns comportamentos essenciais do cristão : a expectativa vigilante e alegre, a esperança, a conversão, a pobreza. Somente na vivência profunda destes elementos, o nascimento de Cristo terá um sentido profundo em nossa vida e não uma simples lembrança histórica, mas uma vivência concreta da espera daquele que há de nascer em nossos lares, em nossas comunidades. Advento, tempo de conversão. Não existe possibilidade de esperança e de alegria sem retornar ao Senhor de todo o coração, na expectativa da sua volta. A vigilância requer luta contra a indiferença e a negligência; requer prontidão, e, portanto, desapego dos prazeres e bens terrenos. Os comportamentos fundamentais do cristão exigidos pelo espírito do 
Advento estão intimamente unidos entre si, de modo que não é possível viver a expectativa, a esperança e a alegria pela vinda do Senhor, sem uma profunda conversão. Por outro lado, a vigilância cristã exige um treinamento diário na luta contra o maligno; exige sobriedade e oração contínua: “sejam sóbrios e fiquem de prontidão”. (1 Pd 5,8-9).

MISSA DO 1º DOMINGO DO ADVENTO

Isaías viveu tempos difíceis em que o povo, esgotado pelo peso dos tributos, era enganado pelas lideranças político-religiosas. O profeta tem uma visão acerca de Judá e Jerusalém. A visão fala de tempos futuros que para o bom entendedor, não são projetados para o fim da história ou além dela. 
Ao contrário, pretende suscitar, desde já, a virada histórica que surge a partir da tomada de consciência dos empobrecidos que não perderam a esperança nem a disposição em lutar. A visão se refere ao monte da casa do Senhor, ou seja, o monte Sião, sobre qual foi construído o Templo. 
Quando isso irá acontecer? Quando um povo consciente e organizado puxar a fila, deixando-se guiar pela luz do Senhor. “Eles transformarão suas espadas em enxadas e suas lanças em foices. Povo algum levantará a espada contra outro povo, nem mesmo farão exercícios de guerra”. Justiça, paz, desarmamento, bem-estar para todos: isso é o que o profeta intui a partir do reconhecimento do único verdadeiro Deus que caminha no meio do seu povo. Qual será o resultado disso? A transformação de toda a sociedade: não mais a torre de Babel, símbolo da desagregação social, e sim a criação do mundo novo, sem fronteiras, porque a norma última será a justiça que vem de Deus e transforma as relações entre as pessoas e os povos. A carta de São Paulo inicia com uma afirmação: “Vocês sabem em que tempo estamos vivendo: já é hora de acordar, pois nossa salvação está mais perto do que quando abraçamos a fé”. Paulo fala de um futuro próximo, que não e necessariamente a data do fim dos tempos. Ao contrário, fala de um futuro enquanto oportunidade oferecida a todos os que sonham e lutam com aquele tipo de sociedade pela qual Jesus deu a vida. 
O primeiro domingo do Advento propõe o tema da vigilância. Vigiar é solidarizar-se com Jesus, assumindo a causa dos que são continuamente condenados às mais variadas formas de morte em nossa sociedade. Se Isaías sugere que as comunidades cristãs puxem a fila em direção à justiça que gera a paz e o bem-estar de todos, Paulo pede que as mesmas comunidades apresentem símbolos de seu compromisso com o projeto de Deus. Este não se realiza de modo mágico ou extraordinário, mas sim mediante a ação solidária dos que transformam o momento presente em tempo de graça, salvação e vida para todos.

FOLHETO O DIA DO SENHOR

CAMPANHA DA EVANGELIZAÇÃO 2013


ARTIGO DO BISPO "Novos horizontes da fé"

Com a celebração da Festa de Cristo Rei do Universo, no domingo passado, dia 24, a Igreja Católica no mundo inteiro se uniu, de maneira especial, ao papa Francisco, no encerramento do Ano da Fé.
O papa emérito Bento XVI foi quem convocou a vivência do Ano da Fé, iniciado em 11 de outubro de 2012, quando se celebrava o cinquentenário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II. Uma data relevante para a vida e missão da Igreja na sua tarefa de fazer de todos discípulos e discípulas de Jesus.
O grande propósito deste Ano da Fé foi exatamente a oportunidade para um aprofundamento, compreensão e vivência da fé como experiência de encontro pessoal com Jesus, única pessoa que pode dar à vida, de maneira duradoura, um novo horizonte.
E nesta perspectiva a Igreja nos convida agora a nos prepararmos para o Natal, a fim de continuar sempre na busca da novidade que é a presença de Jesus na história da humanidade.
Porque o Natal não é apenas enfeites, vitrines iluminadas, presentes e muitas emoções! O ser humano deve caminhar em busca da verdade que liberta completamente. Neste sentido, fé e razão se completam e oferecem ao espírito humano as duas asas necessárias para contemplar a verdade.
A razão é uma alavanca decisiva no caminho da vida humana, na vivência da história, na construção da sociedade. É convincente e fácil de perceber, analisando a história, que os descompassos da humanidade vieram das irracionalidades. Basta pensar sobre guerras, exclusão social, manipulações e totalitarismos.
Determinante também é o dom da fé. Sua profunda compreensão e sua vivência qualificam a cultura, corrigem os rumos da história e iluminam o caminho da humanidade, proporcionando a experiência de sentido que faz a vida valer a pena, ser construída com dignidades e altruísmos insuperáveis.
O dom da fé é uma experiência que avança para além da razão, na sua notável propriedade de alcançar lucidez para encontrar soluções. A luz da fé permite lidar com questões que estão inevitável e inexoravelmente no horizonte da existência humana: "Quem sou eu? De onde venho e para onde vou? Por que existe o mal? O que existirá depois dessa vida?" Somente a fé permite lidar com o mistério que essas interrogações tocam, proporcionando uma compreensão coerente. Essa consideração convence de que a fé não se reduz a simples sentimento. Também não pode ser compreendida como um caminho que simplesmente traz soluções imediatistas, para desgastes existenciais comuns na contemporaneidade. Menos ainda deve ser buscada como produção de experiências milagreiras, promessa de mesquinhas prosperidades e clamorosas manipulações, advindas do usufruto irracional das fragilidades humanas.
O Ano da Fé se conclui. Mas as verdades da fé continuam fazendo parte das motivações profundas que devem sustentar a caminhada da Igreja.
A atitude de fé é a primeira e a mais fundamental, para sermos associados aos planos de salvação que Deus tem por nós.
Daí a importância de mantermos acesa a chama da fé, para a própria Igreja, e para quem ela leva essa boa nova da salvação em Cristo, o Filho de Deus encarnado, em quem pela fé reconhecemos a presença do próprio Deus que veio nos proporcionar a reconciliação e a salvação.
Dom Bernardino Marchió
Bispo diocesano de Caruaru-PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU-PE)

ENCERRAMENTO DO ANO DA FÉ EM NOSSA PARÓQUIA

CAMPANHA DA EVANGELIZAÇÃO 2013

29 de novembro de 2013

CELEBRANDO O ADVENTO

O tempo do Advento tem uma duração de quatro semanas. Este ano, começa no domingo 01 de dezembro, e se prolonga até a tarde do dia 24 de dezembro, em que começa propriamente o Tempo de Natal. Podemos distinguir dois períodos. No primeiro deles, que se estende desde o primeiro domingo do Advento até o dia 16 de dezembro, aparece com maior relevo o aspecto escatológico e nos é orientado à espera da vinda gloriosa de Cristo. As leituras da Missa convidam a viver a esperança na vinda do Senhor em todos os seus aspectos: sua vinda ao fim dos tempos, sua vinda agora, cada dia, e sua vinda há dois mil anos.
No segundo período, que abarca desde 17 até 24 de dezembro, inclusive, se orienta mais diretamente à preparação do Natal. Somos convidados a viver com mais alegria, porque estamos próximos do cumprimento do que Deus prometera. Os evangelhos destes dias nos preparam diretamente para o nascimento de Jesus. Com a intenção de fazer sensível esta dupla preparação de espera, a liturgia suprime durante o Advento uma série de elementos festivos. Desta forma, na Missa já não rezamos o Glória. Se reduz a música com instrumentos, os enfeites festivos, as vestes são de cor roxa, o decorado da Igreja é mais sóbrio, etc. Todas estas coisas são uma maneira de expressar tangivelmente que, enquanto dura nosso peregrinar, nos falta alo para que nosso gozo seja completo. E quem espera, é porque lhe falta algo. Quando o Senhor se fizer presente no meio do seu povo, haverá chegado a Igreja à sua festa completa, significada pela Solenidade do Natal.
Temos quatro semanas nas quais de domingo a domingo vamos nos preparando para a vinda do Senhor. A primeira das semanas do Advento está centralizada na vinda do Senhor ao final dos tempos. A liturgia nos convida a estar em vela, mantendo uma especial atitude de conversão. A segunda semana nos convida, por meio do Batista a “preparar os caminhos do Senhor”; isso é, a manter uma atitude de permanente conversão. Jesus segue chamando-nos, pois a conversão é um caminho que se percorre durante toda a vida. A terceira semana preanuncia já a alegria messiânica, pois já está cada vez mais próximo o dia da vinda do Senhor. Finalmente, a quarta semana nos fala do advento do Filho de Deus ao mundo. Maria é figura central, e sua espera é modelo e estímulo da nossa espera.
Quanto às leituras das Missas dominicais, as primeiras leituras são tomadas de Isaías e dos demais profetas que anunciam a Reconciliação de Deus e, a vinda do Messías. Nos três primeiros domingos se recolhem as grandes esperanças de Israel e no quarto, as promessas mais diretas do nascimento de Deus. Os salmos responsoriais cantam a salvação de Deus que vem; são orações pedindo sua vinda e sua graça. As segundas leituras são textos de São Paulo ou das demais cartas apostólicas, que exortam a viver em espera da vinda do Senhor. A cor dos paramentos do altar e as vestes do sacerdote é o roxo, igual à da Quaresma, que simboliza austeridade e penitência. 

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23 de novembro de 2013

PARTICIPE CONOSCO


ENCERRAMENTO DO ANO DA FÉ

Com a celebração da Festa de Cristo Rei do Universo, neste domingo, dia 24,  a Igreja Católica no mundo inteiro se une, de maneira especial, ao Papa Francisco, no encerramento do Ano da Fé. O Papa emérito Bento XVI foi quem convocou a vivência do Ano da Fé, iniciado em 11 de outubro de 2012, quando se celebrava o cinquentenário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II. Uma data relevante para a vida e missão da Igreja na sua tarefa de fazer de todos  discípulos e discípulas de Jesus. O grande propósito deste Ano da Fé foi exatamente a oportunidade para um aprofundamento, compreensão e vivência da fé como experiência de encontro pessoal com Jesus, única pessoa que pode dar à vida, de maneira duradoura, um novo horizonte e, com isto, como afirmou o Papa Bento XVI, na sua Carta Encíclica Deus é Amor, uma direção decisiva.
Nessa oportunidade oferecida, como necessidade permanente, está a importância de apropriações conceituais fundamentais que norteiam a vida de modo diferente, qualificando-a a partir de sua compreensão como dom de Deus. É claro que a fé não é uma simples apropriação de conceitos. A importância deles na vivência do dom da fé se define pela luz própria que a razão indispensavelmente traz para que a pessoa avance na direção da verdade que liberta completamente. O bem-aventurado João Paulo II, na sua Carta Encíclica sobre a Fé e a Razão, introduz esta temática sublinhando que “a fé e a razão são como duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade”.  João Paulo II completa lembrando-nos que “foi Deus quem colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade e, em última análise, de conhecer a Ele, para que o conhecendo e amando-o, possa também chegar à verdade plena sobre si”.
A razão é uma alavanca decisiva no caminho da vida humana, na vivência da história, na construção da sociedade. É convincente e fácil de perceber, analisando a história, que os descompassos da humanidade vieram das irracionalidades. Basta pensar sobre guerras, exclusão social, manipulações e totalitarismos. Determinante também é o dom da fé. Sua profunda compreensão e sua vivência qualificam a cultura, corrigem os rumos da história e iluminam o caminho da humanidade, proporcionando a experiência de sentido que faz a vida valer a pena, ser construída com dignidades e altruísmos insuperáveis.
O dom da fé é uma experiência que avança para além da razão, na sua notável propriedade de alcançar lucidez para encontrar soluções. A luz da fé permite lidar com questões que estão inevitável e inexoravelmente no horizonte da existência humana: “Quem sou eu? De onde venho e para onde vou? Por que existe o mal? O que existirá depois desta vida?” Somente a fé permite lidar com o mistério que estas interrogações tocam, proporcionando uma compreensão coerente. Esta consideração convence de que a fé não se reduz a simples sentimento. Também não pode ser compreendida como um caminho que simplesmente traz soluções imediatistas, para desgastes existenciais comuns na contemporaneidade. Menos ainda deve ser buscada como produção de experiências milagreiras, promessa de mesquinhas prosperidades e clamorosas manipulações, advindas do usufruto irracional das fragilidades humanas.
O ano especial que se encerra no próximo domingo reforça a importância de se viver a fé como dom. Concretamente, vale  prestar atenção, analisar e avaliar, como exemplo, o grande patrimônio de trezentos anos da cultura mineira. Nele se pode constatar convictamente o papel decisivo e qualificador da fé cristã, particular e reconhecida referência à fé cristã católica, gerando um conjunto cultural, histórico, artístico e religioso que abrange toda  a Minas Gerais. Este Ano da Fé, relembra o Papa Francisco, na sua primeira Carta Encíclica, permitiu viver, cotidianamente, o empenho para recuperar o caráter de luz que é próprio da fé. O Papa lembra que quando esta luminosidade se apaga, todas as outras luzes acabam por perder o seu vigor. A fé é o caminho para o amor, que verdadeiramente transforma a vida. É hora de investir na vivência autêntica, profética e comprometida da fé, na cultura da paz, apelo e meta no encerramento deste ano especial.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte

ENCONTRO DIOCESANO


Será realizado neste domingo dia 24 de novembro de 2013, no encerramento Ano da Fé o Encontro Diocesano dos Conselhos Paroquiais de Pastoral. 
Este encontro é para todos os membros dos Conselhos Paroquiais de Pastoral, onde também outras pessoas engajadas nas Paróquias podem participar, o evento acontecerá no Santuário da Graça em Caruaru- PE.

PROGRAMAÇÃO

8hs.: Encontro e Festa de acolhida:

• Animação: Ministério de música da Paróquia São José

• Oração: a partir do tema da Campanha para a Evangelização (Seminário N. S. das Dores)

• Apresentação: Pe. Janailton

• Motivação inicial: Dom Dino

9hs.: Palestra:

• "A missão dos Leigos/as e dos Conselhos Paroquiais de Pastoral à luz das celebrações do Ano da Fé e das novidades do Papa Francisco" (Assessor: Prof. Sérgio da Universidade Católica de Recife)

• Debate

11hs15min.: Comunicações:

• Campanha para a Evangelização (seminaristas)

• Novena de Natal (Pe. Janailton)

• Comemoração dos 100 anos de nascimento do 1º bispo de Caruaru Dom Paulo Libório (Mons. Bosco/Mons. Olivaldo)

• Plano Pastoral 2014 (Dom Dino e Pe. Janailton)

12hs.: Celebração do envio missionário:

• Aos conselheiros: carta para as Paróquias

• Entrega da Encíclica "A luz da Fé" para cada Paróquia e Área Pastoral

• Renovação da Fé com a recitação do CREDO Apostólico


Tarde e Noite

• Em todas as comunidades da Diocese serão preparadas celebrações especiais para o encerramento do ANO DA FÉ


PARTICIPE


As cartelas estão sendo vendidas na secretaria paroquial, com os vendedores autorizados e durante as celebrações da Santa Missa com a equipe do Dízimo, você que deseja ser um vendedor, ou procura mais informações ligue (81) 3731-6969.

CAMPANHA PARA EVANGELIZAÇÃO 2013


Campanha para Evangelização 2013

1 – A Campanha para a Evangelização é realizada pela Igreja no Brasil desde 1998. Ela inicia-se na Festa de Cristo Rei e termina no terceiro domingo do Advento, quando se realiza a coleta para a evangelização. Os seus objetivos são os seguintes:

Conscientizar todos os cristãos, unidos a Cristo pela graça do Batismo, para que participem da missão evangelizadora da Igreja; Motivar para a colaboração na missão da Igreja através: do testemunho; de ações pastorais específicas; da garantia de recursos materiais; apoio às estruturas da Igreja;apoio à atividade evangelizadora nas dioceses, nos Regionais e em âmbito nacional.

2 – A Campanha para a Evangelização acontece no tempo do Advento e, por isso, segue a sua espiritualidade, tendo como eixo central de reflexão o mistério da Encarnação. O tempo do Advento nos apresenta um conteúdo teológico bem rico, enfocando o Deus da história que quer a salvação de todas as pessoas, e que realiza na história esta salvação que já vivemos, mas que ainda não se realizou em plenitude, pois acontecerá no último dia, o “dia do Senhor.”

3 – Este tempo também nos recorda o compromisso evangelizador da Igreja. Neste tempo, refletimos sobre o nosso esforço em vista do advento do Reino definitivo. Mas o que é evangelizar? Joan Guiteras Vilanova afirma que:

Evangelizar é verbo derivado do evangelho, e equivale à proclamação ou anúncio de Jesus Cristo e sua mensagem. Com a finalidade de que quem recebe esta alegre notícia se converta e se batize, para ser filho adotivo de Deus, fazer parte da Igreja e chegar à plenitude da vocação sobrenatural com a prática das boas obras.

4 – Mas evangelizar é muito mais do que anúncio. Trata-se de criar condições para que a pessoa aceite livremente e assuma como próprios os valores do evangelho, de modo que o seu agir seja sempre o agir segundo Jesus e ela possa viver a graça batismal na busca cada vez mais perfeita de sua configuração a Cristo, o que significa assumir a vocação à santidade. 

5 – A evangelização é a missão essencial da Igreja, pois ela existe “para pregar e ensinar, ser o canal do dom da graça, reconciliar os pecadores com Deus e perpetuar o sacrifício de Cristo na santa missa.” Hoje, mais do que nunca ela é necessária, principalmente por causa da falta de critérios e de valores que marcam a sociedade contemporânea. É por isso que os bispos do Brasil, reunidos na 49ª Assembleia Geral da CNBB, quando aprovaram as atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, afirmaram que: Na medida em que as mudanças de época atingem os critérios de compreensão, os valores e as referências, os quais já não se transmitem mais com a mesma fluidez de outros tempos, torna-se indispensável anunciar Jesus Cristo, apresentando, com clareza e força testemunhal, quem é Ele e qual sua proposta para toda a humanidade.

6 – A Campanha para a Evangelização de 2013 tem como lema: “Eu vos anuncio uma grande alegria” (Lc 2,10).5 Ela nos convida a anunciar a alegria de ser discípulo missionário de Jesus Cristo, participar da sua vida. Precisamos mostrar ao mundo que “este povo, que jazia nas trevas, viu resplandecer uma grande luz; e surgiu uma aurora para os que jaziam na região sombria da morte” (Mt 4,16). Precisamos mostrar a alegria que é conhecer e se relacionar com o Filho de Deus que nos tira das trevas e da região sombria da morte para que todos tenham luz e vida plena.

Cronograma
A Campanha para a Evangelização inicia no Domingo de Cristo Rei (24/11) e segue até o 3º Domingo de Advento (15/12). O trabalho evangelizador é uma exigência da graça que recebemos no Batismo e o nascimento de Jesus lembra a nossa missão de evangelizar.

Objetivo
Somos chamados a participar na obra evangelizadora da Igreja seja através da oração, seja pela sua oferta material para garantir os recursos necessários à manutenção das estruturas e projetos de evangelização.

Metodologia
A Diocese de Caruaru convida mais uma vez, como já aconteceu nos anos passados, a viver esta experiência de fé e de participação na evangelização das suas comunidades. Os Seminaristas continuam animando a Campanha e estarão presentes nas Paróquias e comunidades a fim de ajudar na organização.

Coleta da Evangelização
*Será realizada no terceiro domingo de Advento, dia 15 de dezembro, e destinada para:
CNBB: ajuda as atividades de Evangelização promovidas peça Conferência Nacional do Bispos do Brasil

*Regional Nordeste II da CNBB: promove as atividades pastorais realizadas nos Estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte

*Diocese de Caruaru: esta ajuda será distribuída 50% para dar continuidade à reforma do Seminário e do Centro Pastoral e os outros 50% para as atividades diocesanas e regionais das Pastorais e Movimentos.

FONTE: Portal da Diocese de Caruaru

SOLENIDADE DE CRISTO REI DO UNIVERSO

Para coroar o ano litúrgico, celebramos o solene encerramento, a festa de Cristo-Rei. Jesus é apresentado como rei nosso e do universo. Mas, o que significa chamar Jesus de “rei”? Não temos em nosso meio experiência próxima daquilo que é um rei. Por isso convém prestar bem atenção à 1ª leitura, que narra a consagração de Davi como rei de Israel. Davi não é apenas chefe do Estado e tampouco um rei considerado deus como os reis do Egito e da Babilônia. Ele é “filho de Deus”, chamado a exercer o reinado em obediência a Deus, o Único Senhor.
Ora, se Davi era um rei diferente, Jesus muito mais, como poderemos perceber no evangelho. Seu governo tem alcance além da morte, além do mundo; e este domínio, que supera tudo, ele o abre para o pecador que se converte, o “bom ladrão” crucificado ao seu lado. Jesus não é rei sobre um determinado pedacinho de nosso planeta, mas submete a si a morte e o pecado (cf. 1Cor 15,25-26). Tudo o que existe para a glória de Deus – de modo especial, a Igreja – encontra em Jesus seu chefe, sua cabeça – diz a 2ª leitura. Ele é rei por seu sangue redentor, pelo dom de sua vida, que vence o ódio, o desamor, o pecado.
Estamos aos poucos redescobrindo que o Reino de Deus, inaugurado por Jesus, deve ser implantado aqui na terra, na justiça e no amor fraterno. Mas não devemos perder de vista a dimensão eterna deste reino. Ele supera as realidades históricas, “encarnadas”. Ele atinge a relação mais profunda e invisível entre Deus e o homem. Ele é universal, não apenas no tempo e no espaço, mas sobretudo na profundidade, na radicalidade.
O projeto de Deus, que Jesus veio, definitivamente, pôr em ação, não termina no horizonte de osso olhar físico. Seu alcance não tem fim. É uma grandeza que vence todo o mal, muito além daquilo que podemos verificar aqui e agora. É um reino que não apenas conquista o mundo, mas muda a sua qualidade. Por isso dedicamo-lhes todas as nossas forças e não ficamos de braços cruzados.
Este reino supera o pecado, como Jesus mostra, acolhendo o “bom ladrão”. Pois é o reino de amor. Porém, não legitima o pecado: Zaqueu, depois que se converteu, começou vida nova (Lc 19, 1-10). Se o bom ladrão tivesse continuado com vida, deveria ter mudado radicalmente seu modo de viver… Assim, para participarmos, já agora, deste reino de amor, justiça e paz, devemos deixar acontecer em nós a transformação que Jesus iniciou e pela qual ele deu a sua vida.

ARTIGO DO BISPO "Professar a fé"

Para ‘‘ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé'', a seu tempo o papa Bento XVI proclamou o Ano da Fé, confirmado pelo atual sucessor de Pedro e Bispo de Roma, o papa Francisco. Durante todo o ano, fomos positivamente provocados a experimentar e testemunhar a fé que recebemos no Batismo. ‘‘Professar a fé na Trindade - Pai, Filho e Espírito Santo - equivale a crer num só Deus que é Amor: o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor'' (Bento XVI, ‘‘A Porta da Fé'', 1).
Neste domingo (24), festa de Cristo Rei, a Igreja Católica vai celebrar o encerramento deste abençoado Ano da Fé, que, entre outras alegrias, nos deu também o papa Francisco. E com ele, o sucessor de Pedro, nós queremos continuar a professar a fé para melhorar as famílias, a sociedade e a Igreja.
Professar a fé em nossas famílias, tomando consciência de que os pais começam a evangelizar os filhos a partir da concepção dos mesmos. Como os pais são os primeiros catequistas das crianças, a confissão da fé passa pelo afeto com que são cuidados, pelo ambiente familiar correspondente à fé católica, para depois encaminhá-los à Igreja e aos Sacramentos. Os valores cristãos da sinceridade e da verdade, a honestidade e a retidão pessoal, cultivadas em casa, atraem muitas outras pessoas. Também sobre essa fé simples e profunda se edifica a Igreja!
Professar a fé publicamente, com a coragem de não esconder as certezas que dela recebemos. Não é possível aos cristãos compactuarem com a cultura da morte, representada pela mentalidade abortista e antivida. Os valores da dignidade da pessoa humana, da família e da verdade são irrenunciáveis. Radical seja o combate contra a corrupção, a mentira e o relaxamento da consciência. Firme a solidariedade com os mais pobres e sofredores, corajosa a voz levantada em defesa dos mais fracos. Manifestar de forma varonil as convicções, das ruas aos parlamentos, passando pelas relações comerciais e profissionais, o trato com o dinheiro público e a fidelidade aos compromissos assumidos! Trata-se de um leque aberto, cujas expressões serão suscitadas pelo Espírito Santo! Na história dos santos, homens e mulheres foram reconhecidos como ‘‘confessores'' da fé. Aqui está a vertente a ser seguida pela maior parte dos cristãos!
Professar a fé publicamente significa cerrar fileiras com o sucessor de Pedro e os Bispos em comunhão com ele. Quer dizer comprometer-se em ser Igreja de portas abertas, sem medo da ternura e da bondade, superando a tentação de permanecer voltados para si mesmos. Abrir-se ao desafio missionário, abraçar a causa da evangelização em primeira pessoa! Sim, fé professada é fé testemunhada segundo o dom recebido de Deus. São Paulo abriu um largo horizonte dos serviços na Igreja, para que ninguém fique de fora: ‘‘Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes atividades, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito, em vista do bem de todos. A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de conhecimento segundo o mesmo Espírito. A outro é dada a fé, pelo mesmo Espírito. A outro são dados dons de cura, pelo mesmo Espírito. A outro, o poder de fazer milagres. A outro, a profecia. A outro, o discernimento dos espíritos. A outro, diversidade de línguas. A outro, o dom de as interpretar. Todas essas coisas as realiza um e o mesmo Espírito, que distribui a cada um conforme quer. Um só corpo, muitos membros'' (1 Cor 12, 4-12).
Dom Bernardino Marchió
Bispo diocesano de Caruaru-PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU-PE)

PARABÉNS AOS NOSSOS MÚSICOS !!!


PARÓQUIA NOSSA SENHORA APARECIDA 

19 de novembro de 2013

BINGO BENEFICENTE


Colabore conosco, no bingo beneficente em prol da construção da Casa Paroquial e do Salão Bento XVI, a ser realizado no dia 14/12/2013 às 14hs na Comunidade Católica Divina Misericórdia, às cartelas estão sendo vendidas ao preço de R$ 11,00 e você concorre aos seguintes prêmios:

1º Prêmio (1 Bicicleta)
2º Prêmio (1 Fogão 4 bocas)
3º Prêmio (1 Microondas)
4º Prêmio (1 Geladeira)
5º Prêmio (1 Moto CG Fan 125cc)

* A cada intervalo haverá sorteio de brindes surpresas!

As cartelas estão sendo vendidas na secretaria paroquial, com os vendedores autorizados e durante as celebrações da Santa Missa com a equipe do Dízimo, você que deseja ser um vendedor ou procura mais informações ligue (81) 3731-6969

CONVITE










                                                   REALIZAÇÃO:

PARÓQUIA DO SENHOR BOM JESUS DOS AFLITOS E SÃO MIGUEL
PARÓQUIA NOSSA SENHORA APARECIDA

ARTIGO DO BISPO "Papa Francisco e a reforma da Igreja"

No próximo domingo (24), a Igreja Católica vai encerrar o Ano da Fé, iniciado em 11 de outubro de 2012 por ocasião da comemoração dos 50 anos do início do Concílio Vaticano II. Ao longo deste ano aconteceram dois fatos inesperados: a renúncia de Bento XVI e a eleição do primeiro papa latino-americano, o cardeal argentino Jorge Mário Bergoglio. E, hoje, muitos se perguntam: o papa Francisco vai reformar a Igreja?
Reforma e renovação fazem parte da dinâmica da vida da Igreja. Embora dotada de uma missão sobrenatural e de dons divinos, ela é uma realidade humana e, como todas as organizações humanas, também precisa se renovar para acompanhar melhor as circunstâncias históricas e sociais em que está inserida.
A Igreja crê ser orientada não apenas por projetos humanos, mas pelo espírito de Deus, que "renova a face da terra" e também da Igreja. Nesse sentido, o Concílio Vaticano II já afirmava, há 50 anos, que ela é uma realidade que precisa reformar-se constantemente.
O conceito de reforma pode causar desconfiança e até resistência, quando não for bem entendido. Há o temor de que a busca de reforma signifique trama contra o passado ou até mesmo infidelidade ou traição a ele. Pode haver também a identificação pura e simples de reforma com movimentos de ruptura com a Igreja; nesse sentido, lembra-se logo a reforma protestante, de Lutero e Calvino, no século XVI. De qual reforma está se tratando nas atuais circunstâncias da vida da Igreja?
Ao longo da história da Igreja, muitas foram as reformas na Igreja; e, quando elas foram levadas a sério, a Igreja saiu rejuvenescida e revitalizada. Grandes momentos de renovação foram, por exemplo, a reforma gregoriana, promovida por Gregório VII, no século II, a reforma tridentina, após o Concílio de Trento, no século XVI, e a reforma desencadeada pelo Concílio Vaticano II.
É justamente ao espírito desse concílio que o papa Francisco está se refazendo, no seu intuito de renovação da Igreja. A Igreja precisa de uma reforma interior nas convicções e posturas. Não basta reformar a Cúria Romana ou o Banco do Vaticano.
O papa Francisco tem falado com insistência dessa "reforma" interior, ao dirigir-se aos diversos setores da vida da Igreja. Exortou os jovens, reunidos em Copacabana, a manterem firme a esperança, a serem fiéis a Jesus Cristo e a não terem medo de ir contra a corrente; em Assis, falando da vida humilde e simples de São Francisco, alertou para o "mundanismo" e as vaidades, que podem tomar conta da vida dos cristãos, também dos eclesiásticos...
Da mesma forma, ele indica com insistência aos gestores de organizações administrativas da Igreja o caminho da retidão, da honestidade e da justiça no cuidado dos bens necessários à realização da missão da Igreja. Aos que desempenham cargos de responsabilidade, lembra que a autoridade deve ser exercida como um serviço ao próximo. E recorda a todos o valor profundo de cada pessoa e o respeito por toda vida humana, ainda mais quando exposta a fragilidades e riscos.
Chamando a Igreja à vida coerente com o exemplo e os ensinamentos de Jesus Cristo, ele aponta para as reformas mais lentas e difíceis; e essas não são feitas por decreto, nem dependem apenas do papa Francisco...
Dom Bernardino Marchió
Bispo diocesano de Caruaru-PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU-PE)

MISSA DO 33º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Ao concluir o Ano Litúrgico, a Igreja nos propõe a celebração sobre as últimas realidades da história. Com estes fatos apocalípticos Jesus quer os discípulos, e cada um de nós, firmes na esperança, perseverantes no testemunho e confiantes na sabedoria de sua palavra salvadora. 
O profeta Malaquias, fala de um tempo em que o povo de Israel, oprimido e dominado pelo estrangeiro, verá a libertação. Compara esse dia como o surgimento do sol, cujo fogo queima os opressores como palha, enquanto ilumina e cura com seus raios aqueles que temem o nome de Deus. Paulo nos lembra em sua carta aos Tessalonicenses que devemos nos esforçar para alcançar a vitória com Cristo. Não podemos ficar parados, pois toda conquista tem seu preço. Quanto mais longe está a nossa meta, mais longo será o caminho e maiores os desafios e os riscos. Nossa meta é o Reino de Deus. Este caminho é difícil e exige luta e renúncia, pois a vida cristã é uma constante batalha contra o império do mal, cujas estruturas se enraízam na sociedade e precisam ser destruídas para estarmos cada vez mais próximos do próprio reinado de Deus. Ser Cristão é anunciar Jesus Cristo, buscar a santidade e irradiar essa santidade ao mundo. “Aquele que perseverar até o fim será salvo.” Esta é a palavra final de Cristo diante do espanto dos discípulos ao ouvirem que imensas dificuldades estão por vir. Mas quem decide seguir Jesus não se intimida, nem foge da luta, pois a vitória será do bem, será de Deus. No final deste Ano Litúrgico, cabem aqui algumas perguntas: somos perseverantes em nosso trabalho comunitário? Seguimos Jesus constantemente? Mediante a algum conflito ou perseguição, ficamos firmes, cheios de esperança e de coragem, “pacientes” e fortes como o Senhor Jesus? Pensemos nisso.

12 de novembro de 2013

CONVITE


ARTIGO DO BISPO "A vida é um jogo de amor e dor"

O mês de novembro, que começa com o Dia de Finados, nos faz refletir sobre o sentido da vida, o envelhecimento e a morte que se aproximam. Sem nenhum drama, é preciso refletir sobre essas realidades.
Diante da condição do envelhecimento humano, acompanha o medo de ser inútil, de se tornar um peso, de viver abandonado, na solidão das ausências daqueles que amamos. Nada mais decepcionante do que chegar ao fim é ter a sensação de que não valeu a pena ter vivido. A vida é um jogo de amor e dor, é um desafio que se renova todos os dias.
Ninguém vive sem amar. Amando fazemos da vida uma constante superação do humano, inclusive da dor, que amada e assumida como própria, se transforma em amor. Como se preparar para viver a complicada sensação de inutilidade? Não existe receita pronta e sim caminhos que, durante o passar dos anos, vamos aprendendo a percorrer. Nesta escola da vida nem sempre estamos preparados para aprender as lições que a inutilidade nos prepara.
É difícil aceitar o delicado tempo da inutilidade. É preciso viver com dignidade esse terreno perigoso, mas necessário de sentir-se inútil. Uma graça a pedir a Deus é que, quando chegar a velhice e perdermos a utilidade, que tenhamos alguém ao nosso lado que nos ame de verdade.
Só será capaz de amar aquele que depois da inutilidade descobrir o valor da velhice. Nunca seremos valorizados pelo que fazemos e sim pelo que somos. Ninguém, mesmo que tenha construído os mais belos edifícios, escrito as mais belas obras literárias, ter deixado o acervo cultural mais importante, vai ser amado pelo que fez e sim por aquilo que é. O valor não se conquista, ele existe, e por ele vale a pena viver.
Quanto tempo perdido atrás de coisas, de superficialidades, de aparências e máscaras acobertando o que de mais belo possuímos: a capacidade de amar, mesmo na inutilidade da vida. "A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca" (Carlos Drumond de Andrade).
De que adianta ganhar o mundo, quando perdemos a eternidade? O eterno só existirá se formos abertos em acolher no difícil terreno da vida o valor e não a utilidade. Será digno da eternidade aquele que for capaz de dizer: "Você não serve para nada, mas eu não sei viver sem você" (padre Fábio de Melo).
O Mestre Jesus, em tom de despedida, entrega uma nova lei, resumo de todas as leis: "Eu dou a vocês um mandamento novo: amem-se uns aos outros. Assim como eu amei a vocês, vocês devem amar uns aos outros. Se vocês tiverem amor uns para com os outros, todos reconhecerão que vocês são meus discípulos" (Jo 13,34-35).
Queira Deus que, ao chegar ao fim, tenha alguém que seja capaz de nos olhar e dizer: eu te amo, conte comigo, não sei viver sem você. Envelhecer sim, mas nunca perder o valor. E preparar o encontro definitivo com Deus sem ter medo, porque vivemos para amar servindo a todos!
Dom Bernardino Marchió
Bispo diocesano de Caruaru-PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU-PE)

A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA

Quando se fala em violência, uma das primeiras coisas em que pensamos é por exemplo, um ladrão de casas e carros, um assassino sanguinário, um seqüestrador, estuprador entre outros, porém o menos comum é pensarmos na violência institucionalizada pelos sistemas de exploração social, ou seja a VIOLÊNCIA CRUEL DOS SALÁRIOS DE FOME, DA FALTA DE MORADIA, DO DESAMPARO À SAÚDE PÚBLICA, DO DESCASO PELA EDUCAÇÃO, DO PRECONCEITO RACIAL etc, que também são violências porém surdas, mais que oprimem milhões de pessoas “sem vez” e ainda sem voz em nossa sociedade. 
Temos também como exemplo a violência do homem contra a natureza, provocando graves desequilíbrios ecológicos. Por fim, existe ainda a violência do homem contra si próprio, em que o suicídio figura como exemplo extremo, além da violência radical e monstruosa no trânsito de nossas cidades.
Algumas pessoas tendem a encontrar a origem da criminalidade em outros fatores como: A MISÉRIA, A INJUSTIÇA SOCIAL, O BAIXO NÍVEL DE EDUCAÇÃO, A PERDA DE VALORES, A BAIXA QUALIFICAÇÃO DAS FORÇAS POLICIAIS, A DISSOLUÇÃO DA FAMÍLIA TRADICIONAL, A FALTA DE EXEMPLOS, A IMPUNIDADE, A CORRUPÇÃO, O INCHAÇO DAS CIDADES PROVOCADAS PELO ÊXODO RURAL, etc. 
Sobre esse assunto, uma concepção que precisa ser corrigida em nossa mente é aquela que quase sempre responsabiliza o pobre pela violência. É certo que um pai ou uma mãe de família vendo um filho seu passar fome, possa ser induzido a cometer erros. Mas daí afirmar que o pobre é um ser violento em potencial, já é forçar demais o raciocínio.
Outra questão às vezes é que muitos ricos não matam, mandam matar. Além disso, desfrutam de um batalhão de advogados para a sua defesa caso precisem, sem falar em vários esquemas fraudulentos com a justiça e estas leis prá lá de atrasadas e falhas. Isso sem contar com os Rico$ de modo figurado, que nos GOVERNAM onde a corrupção numa ótica objetiva mata aos poucos cada cidadão, pelos vários motivos já citados em letras maiúsculas neste texto.
Talvez hoje sejamos obrigados a viver e a permitir que a violência seja a regra na sociedade, e a tranquilidade e a paz social seja a exceção. A nossa integridade é um direito que deve ser efetivamente preservado, nós cidadãos não queremos mais promessas, precisamos de proteção e que ela seja efetiva.
Infelizmente, hoje a convicção que se criou diante da violência é mais ou menos esta:
-A violência cresceu tanto que somente armamento pesado e pena de morte pode resolver a situação.  Será?
Contudo, amigos se quisermos construir uma sociedade mais humana e justa, todos nós independentes de sentimentos políticos, religiosos ou pessoais, somos convocados a pensar de forma diferente e consequentemente, agir pelo bem comum.

FONTE DA PESQUISA: http://www.pime.org.br/missaojovem/mjdrogasviolencia

ESPECIAL 5 ANOS DE NOSSA PARÓQUIA

Cartaz convite para divulgação da Festa do ano 2012, 
comemorando 4 anos de criação de nossa Paróquia!

MISSA DO 32º DOMINGO DO TEMPO COMUM

A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre “o final dos tempos, a realização definitiva do Reino e o julgamento de Deus na história”. 
Na primeira leitura, temos o testemunho de sete irmãos que deram a vida pela fé, durante a perseguição movida contra os judeus. O que deu coragem e força aos sete irmãos mártires para enfrentar a tortura e a morte foi a certeza de que Deus reserva a vida eterna àqueles que, neste mundo, percorrem, com fidelidade, os seus caminhos. Quem acredita na ressurreição não pode deixar-se paralisar pelo medo, pois o mesmo nos impede de defender os valores em que acreditamos. A certeza que animou o testemunho de tantos mártires de ontem e de hoje é que quem se compromete com a luta pela justiça e pela verdade, as forças da morte não o podem vencer ou destruir. 
São Paulo em sua carta aos Tessalonicenses nos faz um convite: manter o diálogo e a comunhão com Deus, enquanto esperamos pela segunda vinda de Cristo e a vida nova que Deus nos reserva. Só com a oração será possível mantermo-nos fiéis ao Evangelho e termos a coragem de anunciar a todos a Boa Nova da salvação. É com a ajuda de Deus que o missionário proclama fielmente o Evangelho e vence as dificuldades, as injustiças, as incompreensões, as oposições ao seu trabalho e ao seu testemunho.
No Evangelho, Jesus garante que a ressurreição é a realidade que nos espera. No entanto, não vale a pena imaginar como será. A forma como isso acontecerá é um mistério, mas é uma certeza absoluta. A nossa existência de ressuscitados será plena, total e nova. Muitos ainda não acreditam na ressurreição, preferem pensar que existe outra forma de vida futura, o que conta são apenas os valores deste mundo. 
A ressurreição é a esperança que dá sentido a toda a caminhada do cristão. A nossa vida presente deve ser, pois, uma caminhada tranquila, confiante, alegre em direção a essa nova realidade, ainda quando feita de sofrimento e dor. A certeza da ressurreição é uma realidade que esperamos, é algo que influencia as nossas ações, os nossos valores, as nossas atitudes; nos dá a coragem de enfrentar as forças da morte que dominam o mundo, de maneira que o novo céu e a nova terra que nos esperam comecem desde já, aqui e agora. É essa certeza que anima a nossa luta e que dá força ao nosso compromisso.

FOLHETO O DIA DO SENHOR (Diocese de Colatina - ES)

ESPECIAL 5 ANOS DE NOSSA PARÓQUIA

4º Campanha da Fraternidade vivenciada em nossa comunidade como Paróquia, ano de 2012!
 Logo abaixo você pode relembrar o Hino da Campanha daquele ano.

7 de novembro de 2013

JUVENTUDE CELEBRA DNJ EM NOSSA DIOCESE

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

A Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos. Isto, para mostrar concretamente, a vocação universal de todos para a felicidade eterna.
“Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: ‘Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito’ “(Mt 5,48) (CIC 2013).
Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: “Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles”.
Sabemos que desde os primeiros séculos os cristãos praticam o culto dos santos, a começar pelos mártires, por isto hoje vivemos esta Tradição, na qual nossa Mãe Igreja convida-nos a contemplarmos os nossos “heróis” da fé, esperança e caridade. Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma “constelação”, já que São João viu: “Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7,9).
Todos estes combatentes de Deus, merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho que atua na Igreja e na sociedade. 
Portanto, a vida destes acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois “não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus” (Ef 2,19).
Neste dia a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: “O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos.” “A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada” (CIC 2028).
Todos os santos de Deus, rogai por nós!

PARTICIPE

Cidade: Santa Cruz do Capibaribe - PE
Local: Casa da Criança
Horário: 21:00

Ingressos: 
Comunidade Divina Misericórdia
Secretarias Paroquiais
Fátima Magazine

Maiores Informações:
81 3731-3545
81 9310-5173
81 9707-3178

NOVENA MISSIONÁRIA 2013 - 9º DIA

ARTIGO DO BISPO "Morrer é o fim ou o começo?"

Na tradição católica, o dia 2 de novembro é dedicado aos irmãos e irmãs que já deixaram a convivência conosco: Dia de Finados!
Na experiência terrena, a morte existe como fim natural e como resultado da cultura egoísta, ameaçando sempre a vida. Mas de algum modo queremos vencê-la. Tentamos devassar seu véu impenetrável e nos perguntamos: o que será de mim após a morte? O que nos espera ou o que esperamos? Será que vivemos para o nada? A ciência não tem resposta. O desconhecido nos angustia e rejeitamos o pensar na morte, mesmo se a mensagem cristã anuncia a vitória da vida pela ressurreição de Cristo. Acreditamos, sim, em Deus, sem desejar ir logo ao seu encontro. No entanto, estamos morrendo cada dia. A perspectiva desse fim é a certeza que desafiou até hoje o orgulho da ciência humana. A convivência social disfarça habilmente o horizonte da morte e deixa de lado a esperança da ressurreição. "Aproveite a vida e suas diversões!" O consumismo e outras "fugas" são mais atraentes. Ao redor de nós, as pessoas se atiram aos trabalhos, prazeres, atividades, a uma agitação frenética. Funerais e velórios são perda de tempo. Quanto mais cedo se desfazer do defunto melhor para todos: "A vida continua"! Vive-se para a terra como se de fato tudo acabasse na hora da morte. Mas, vale a pena viver sem futuro?
A comemoração dos fiéis defuntos, o dia cristão de Finados, nos convida a crer na vida que venceu a morte. E a celebrá-la! Para tanto é preciso saltar do material ao transcendental. Aí, talvez, o feriado de Finados não nos ajude. A ida ao cemitério deve romper antes o cerco da feira. Vendem-se flores, vasos, velas, água, refrigerantes, bebidas alcoólicas e até melancias (o dia costuma ser de muito calor...). A cidade secular dos vivos explora a saudade como chance de lucros fáceis. Vem à mente a fina ironia de São Paulo em 1Cor 15,32: "Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, pois amanhã morreremos"! Dentro do cemitério túmulos imponentes junto a túmulos rasos. Os vivos prolongam a discriminação até na lembrança dos defuntos.
Ora, "defunto" (do latim defunctus) é quem deixou suas funções na terra. Mas está vivo. Entrou na realidade da vida definitiva, pertencente só a Deus. Jesus foi um "defunto": é o primogênito dos irmãos defuntos. A rigor, Finados não celebra a morte e sim a vitória de Jesus sobre ela. Celebramos "com" e não "pelos" defuntos. A Eucaristia dá-nos o momento privilegiado de afirmar a nossa identidade fundamental com Jesus. Ela não é celebrada "em favor de Jesus", mas "com ele". "Se os mortos não ressuscitam, nem Cristo ressuscitou!" (1Cor 15,16). Teólogos e pastores de almas repensam hoje as fórmulas dos ritos fúnebres: exéquias, encomendações, velórios, pois não se pode esquecer que a misericórdia de Deus é anterior aos nossos pedidos.
Não podemos "comprar" a salvação dos falecidos com orações, mas às vezes o formulário delas parece insinuar isso. Passando pela morte e ressuscitando Jesus nos oferece uma resposta sobre a sobrevivência à morte e à violência que mata. O nosso morrer é "morrer para dentro de Deus". Ou como disse Santa Teresinha: "Não morro... entro na vida!". Acima da saudade dos falecidos o cristão anuncia ao mundo que o Deus de Jesus Cristo nos salva da morte! Morrer já é ressuscitar. Essa é uma questão da fé!
Dom Bernardino Marchió
Bispo diocesano de Caruaru-PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU-PE)

NOVENA MISSIONÁRIA 2013 - 8º DIA

CELEBRAÇÃO POR TODOS OS FIÉIS FALECIDOS

No dia de finados recordamos, de modo especial, os nossos mortos. Uma lembrança de carinho e piedade. A Igreja apóia essa lembrança, para que, ao mesmo tempo em que rezamos pelos mortos, nos lembremos da ressurreição deles e nossa, ou seja, do destino eterno que tem a criatura humana. A Igreja sempre nos ensinou a rezar no Credo: “Creio na comunhão dos santos... e na vida eterna”. 
O que significa isso? Quer dizer que nós, que peregrinamos nesta terra, estamos em comum união, em comunhão com os que terminaram esta vida, seja os que alcançaram a glorificação, seja os que ainda precisam de purificação.
A Igreja sabe e sempre ensinou que a criatura humana não é feita para a morte, mas para a vida. E Jesus foi claro quando disse: “Deus não é um deus de mortos, mas de vivos” (Mt 22, 32). Ou seja, a morte biológica não é o fim do homem. Antes de ressuscitar Lázaro, Jesus diz a Marta: “Quem crer em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11, 25). 
Ressurreição não é só uma doutrina a mais na Igreja. Foi o centro da pregação dos apóstolos e é o alicerce da nossa esperança. Tudo é possível, se a morte não é o fim. Apesar da fé, é natural que nos pese a ausência física de pessoas que amamos e já não estão neste mundo. Mas não celebramos nossos mortos como quem lembra de alguém que se foi e nunca mais se verá. 
Cremos num encontro que está carinhosamente preparado pelo Pai. Mais ainda: cremos que podemos rezar uns pelos outros, vivos e mortos, porque continuamos sendo todos membros da mesma família de filhos e filhas de Deus. E esse é mais um presente bonito que nosso Pai nos dá; Ele guarda todos os que amamos. Um bom modo de celebrar esse amor que nos une aos que já estão em Deus é fazer todo o bem que pudermos, como homenagem a todas as lembranças boas que eles plantaram em nós.

NOVENA MISSIONÁRIA 2013 - 7º DIA

27 de outubro de 2013

PARTICIPE

Cidade: Santa Cruz do Capibaribe - PE
Local: Casa da Criança
Horário: 21:00

Ingressos: 
Comunidade Divina Misericórdia
Secretarias Paroquiais
Fátima Magazine

Maiores Informações:
81 3731-3545
81 9310-5173
81 9707-3178

I GRANDE CAMINHADA PELA PAZ - SCC

MISSA DO 30º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Seguindo sua viagem a Jerusalém, Jesus instrui os discípulos sobre a verdadeira atitude de quem se dirige a Deus em oração. A parábola do fariseu e do publicano inicia-se revelando os destinatários. Ambos, no Templo, buscam relacionar-se com Deus mediante a oração. Evidencia-se, porém, uma profunda contradição entre a palavra e a ação. Em cena, novamente, a hipocrisia e a falsidade do fariseu e a humildade do publicano. 
O livro do Eclesiástico mostra que a oferta e a oração dos órfãos e das viúvas encontram acolhida de Deus. Desagradáveis são as ofertas desonestas dos poderosos que, por meio delas, desejam estabelecer uma relação comercial com ele. Oferecer a Deus os frutos da exploração é uma tentativa de suborno. Deus é justo e ampara os pobres em suas dificuldades. Estes agradecem sua ação misericordiosa. O profeta Isaías adverte: Deus aceita a oração que brota da prática do bem e da justiça. Só a justiça é capaz de mover Deus para que incline seus ouvidos e escute a oração, transforme o coração e mude o pecado em compaixão e perdão. 
O Senhor nos convida a vencer a autossuficiência que esvazia nossa missão. Convoca-nos ao seguimento pessoal e confiante, cultivado pela oração sincera e humilde de quem reconhece que a  salvação é graça de Deus. “O culto que agrada a Deus nunca é um ato meramente privado, sem consequências nas nossas relações sociais: requer o testemunho público da própria fé. Evidentemente, isto vale para todos os batizados, mas impõe-se com particular premência (urgência) a quantos, pela posição social e política que ocupam, devem tomar decisões sobre valores fundamentais”. O Apóstolo Paulo garante que todos os que lutam por uma causa esperam e confiam que essa luta vai lhes trazer a vitória. Que nossa oração e nosso louvor brotem da experiência da bondade do Senhor, e não de nossos méritos.