Jesus nos revela que seu poder vem de Deus. Ele é o vencedor do mal e de tudo aquilo que divide. Diante da revelação que ele nos faz, é preciso reconhecê-lo e aceitar o seu jeito de ser, seu projeto, sua vida. Fazer essa opção nos torna “parentes” de Jesus: “‘Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?’ E, olhando para os que estavam sentados ao seu redor, disse: ‘Aqui estão minha mãe e meus irmãos. Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe’” (vv. 34-35). As leituras de hoje nos levam a refletir sobre a nossa condição humana de viver optando ora pelo bem, ora pelo mal. Estivemos no simbólico paraíso terrestre e decidimos sair dele para viver lutando pela sobrevivência, em meio a espinhos e dores. Muitos dos conterrâneos de Jesus não o aceitaram como enviado de Deus e lhe fizeram oposição, até mesmo seus irmãos. Após a morte de Jesus, viver, para o cristão, passou a ser a certeza de que reconquistaremos a nossa morada eterna e definitiva. Vejamos como as leituras que ouvimos nos ajudam a compreender esses mistérios.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 284. Maio / Junho 2012. p 33, 54 Paulus.

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